Não compartilhe o pânico - GRATUITO


Sobre o risco de contaminação deste vírus que está assombrando a população mundial, todo tipo de enredo se desenrola. Há quem decide estocar comida e álcool gel, quem reclama da lentidão das providências do governo, quem acredita em conspiração global, quem se esquece de lavar as mãos, quem já começou a tossir por conta do noticiário, quem se tranca em casa.

Seja lá qual for o enredo, o corona vírus entrou nas nossas vidas. Talvez ainda não tenha contaminado nossos corpos, mas dissemina emoções que contaminam as nossas mentes com um estado de pânico.

Estamos nos acostumando a um permanente estado de medo. Em maior ou menor escala, dissemina-se o medo de envelhecer, medo do fracasso, medo de não ter trabalho, de ser assaltado, de perder o que se tem ou de não conseguir o que se deseja, medo de se casar ou de ficar solteiro, medo de ter filhos e não saber educa-los, ou medo de ficar sozinho e por isso ter filhos, e tantos outros medos cotidianos. 

Esse estado de medo vai se difundindo nas consciências das pessoas, em um perverso círculo vicioso, se alimentando de novos medos, e uma epidemia se torna o pretexto ideal para viralizar não mais o corona vírus, e sim o pânico coletivo, com o frenético compartilhamento de um extraordinário número de informações, nem sempre verdadeiras, nem sempre úteis.

Em busca de segurança, alimenta-se o pânico. Mas é possível sair deste círculo vicioso.

Em nome da saúde do corpo, faça o que sua mãe sempre disse pra fazer: lave as mãos, alimente-se bem, mantenha-se hidratado, se espirrar e tossir não atinja as outras pessoas, cuide de si e dos outros, e procure o médico se seu resfriado piorar.

Mas isso não é tudo. Também é preciso cuidar da saúde mental. Evitar o pânico. Manter a sanidade. E há muito a fazer.

CUIDE DOS MAIS FRACOS: caso conheça um idoso, se ofereça para ir ao supermercado ou à farmácia. Ele vai se sentir acolhido. O calor do coração inibe o medo do vírus, e ajuda a passar por esses momentos de tensão. Depois da epidemia, mantenha o hábito: sinta-se bem ajudando os outros.

OLHE UNS PELOS OUTROS: aproveite para criar um espírito de comunidade. A recomendação é para evitar aglomerações, não para evitar as pessoas. Mesmo sem abraços, beijos e apertos de mãos, demonstre seu apreço pelos outros: sorria, seja gentil. Faça isso diretamente, não só enviando corações e likes pelas redes sociais.

REFLITA SOBRE O VALOR DA VIDA: as notícias sobre as mortes causadas pelo vírus estão cada vez mais perto de nós. Na verdade, seja com o vírus ou por qualquer outra razão, a morte nunca está tão longe, e em algum momento acaba chegando. Aproveite para refletir sobre o valor da vida e a naturalidade da morte. 

CONVERSE COM AS CRIANÇAS COM LEVEZA: cuidado para não alimentar o medo crônico nas crianças. Elas sofrem o impacto da tensão dos adultos. Mesmo sem entender o que acontece, percebem as emoções e sentem o clima do ambiente com muita intensidade. Não permita que um estoque negativo se instale na mente de uma criança. Mesmo em momentos de tensão, crie episódios de descontração.

NÃO DISSEMINE O PÂNICO: não difunda notícias irrelevantes ou falsas. Quanto às verdadeiras, caso todos já saibam, para que repetir insanamente?  Não tem o que dizer? Isso não é um problema, simplesmente fique quieto! Se tiver que falar sobre o corona vírus, que seja algo que ajude as pessoas. Aliás, isso vale para qualquer outro assunto.

ACREDITE NA INTERDEPENDÊNCIA: muito se fala sobre o mundo conectado, em rede, em aldeia global. Se você é daqueles que só consegue ver isso em filme de ficção ou na internet, acorda para realidade! Querendo ou não, o que você pensa, sente e faz vai impactar o mundo, e vice-versa. Este é o tamanho da sua responsabilidade. Como afirma a teoria do caos, o bater das asas de uma borboleta no Brasil pode causar um tornado no Texas, assim como um espirro na China fez a bolsa de valores despencar e você se isolar com medo de um vírus. Entendeu? 

Para baixar esse conteúdo clique no botão FAZER DOWNLOAD


material produzido por

Regina Migliori

Regina Migliori

• Regina Migliori dedica-se a desenvolver o nível de excelência e o potencial benéfico das pessoas e suas iniciativas.
• Palestrante, executiva, escritora, mentora, consultora e ativista, seu trabalho é referência em design de modelos inovadores com foco em desenvolvimento humano.
• Fundadora do Grupo Migliori em 1992, organização  cuja missão é desenvolver o potencial inteligente, criativo e benéfico das pessoas, organizações e comunidades tendo entre seus clientes empresas, instituições de educação, governos e organizações internacionais como UNESCO e Banco Mundial.
• Criadora do MindEduca, metodologia para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, emocionais e sociais adotada no Brasil e no exterior
• Atua tanto na pesquisa acadêmica, como na implantação de projetos junto a governos, empresas, organismos internacionais e instituições de educação. 
• Sua formação multidisciplinar, seus múltiplos interesses e iniciativas, lhe permitem atuar em diferentes contextos e dialogar com a diversidade de pessoas´: Pós-Graduada em Neuropsicologia pelo CDN-UNIFESP; Certificação em Estudos de Felicidade (CiHS) pela Happiness Studies Academy; Bacharel em Letras e Bacharel em Direito pela Universidade Mackenzie.
• Instrutora em Meditação Budista certificada pelo International Buddhist Academy (Katmandu/Nepal) e pela Fundação Sakya (Espanha), com profundo conhecimento sobre filosofia e psicologia budista, e sua adequação a contextos laicos.
• Coordena o grupo de tradutores Wisdom Light, dedicado à tradução de livros da Tradição Budista para a língua portuguesa.
• Realizou estudos e pesquisas sobre práticas contemplativas com Alan Walace, do  Instituto Santa Bárbara de Estudos da Consciência (EUA); com Geshe Lobsang Tenzin Negi,Ph.D da Emory University (EUA); no Mosteiro Sakya Tsarpa Thupten Dekyid Oedbar Ling; The International Buddhist Academy (IBA); The Sakya College;
• Pesquisou sobre práticas contemplativas aplicadas à educação em diversas instituições, entre elas The Sakya Centre; Thubten Namgyal Ling: The Sakya Institute; Tibetan Homes Schools - instituição de educação estabelecida pelo Dalai Lama em 1962.
• É Consultora da UNESCO, Professora nos MBAs da Fundação Getúlio Vargas, Professora da UMAPAZ-Universidade do Meio Ambiente e Cultura de Paz de São Paulo;  Professora convidada na UNIFESP nas áreas de saúde, educação e transdisciplinaridade e na Universidade Lusófona em Lisboa.
• Foi Diretora de Sustentabilidade do CIESP – Federação das Indústria de São Paulo.
• Foi “case" internacional, na Universidade de Toronto, na área de Educação Global. 
• Parceira convidada pelo MediaX da Universidade de Stanford. 
• Articulista em diversos meios de comunicação, autora de livros, programas educativos e comunidades de aprendizagem.


material gratuito

cadastre-se para ter acesso aos conteúdos




FAZER DOWNLOAD

Ainda ficou com dúvidas?

Estamos disponíveis no WhatsApp

011 93024-4005

Nosso time está pronto para atender você

  • Orientamos sobre o curso ou evento que você quer fazer
  • Explicamos sobre as formas de pagamento
  • Esclarecemos sobre as garantias: se não gostar do curso, desista em até 7 dias e devolvemos 100% do seu dinheiro!

Quer começar a transformar seu futuro agora?

Informe seus dados e nossa equipe entrará em contato com você